Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveaux paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. Marcel Proust - A La Recherche du Temps Perdu















terça-feira, 27 de abril de 2010

A Carta do Rio Douro e perspectiva da cidade do Porto 1639 de Willem Blaeu (1571-1638)
Willem Janszoon Blaeu (1571-1638) trabalhou junto do astrónomo dinamarquês Tycho Brahe.
Em 1596 instala-se em Amesterdão como fabricante de instrumentos e globos terrestres e depois como produtor e editor de mapas.
Em 1604 publica um mapa da Holanda e no ano seguinte, um mapa-mundo em 18 estampas e um mapa de Espanha.
Em 1606, criou um mapa do mundo em projecção cilíndrica e diversos mapas e atlas. Entre estes, o Zeespiegel, inhoudende een Korte Onderwijsinghe in de Konst de Zeevaert...1638 (O espelho "do mar"), um guia em duas secções, dedicado à navegação nos mares do norte do Oriente e do Ocidente, logo traduzido em Inglês e Francês. Posteriormente produziu o Licht der Zeevaerdt (Luz da Navegação) sobre o Mediterrâneo.
A sua reputação valeu-lhe a nomeação como cartógrafo da Companhia das Índias Orientais.
Após a sua morte, a sua obra tem continuidade nos filhos Cornelius e sobretudo Jan (1596-1673).
Entre as obras mais conhecidas da Casa Blaeu está o Theatrum Orbis Terrarum Sive Atlas Novus, de 1635.

Carta onde está incluído o Rio Douro e a cidade do Porto, 1639.
Willem Blaeu nº97 da obra Zeespiegel Amesterdão


Carta do Rio Douro e perspectiva da cidade do Porto, 1639.
Willem Blaeu nº97 da obra Zeespiegel Amesterdão


A representação da cidade do Porto não sendo essencial para os objectivos da carta de Williem Blaeu, é bastante rigorosa como se pode observar pela representação das portas da Muralha e do castelo de S. João da Foz. (Desenhos da “História da Cidade do Porto” - 3 Volumes de António Cruz e Damião Peres, Portucalense Editora, Porto 1962-1965)







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