Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveaux paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. Marcel Proust - A La Recherche du Temps Perdu















sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Apontamentos sobre terras, fortalezas e cidades em Os Lusíadas de Luís de Camões (4) II parte

DIU segunda parte

5. Diu na segunda metade do século XVI e inícios do século XVII.

Mas terminado o cerco e a fortaleza de Diu, tendo ficado muito destruída, impôs-se a sua reconstrução. Para isso, D. João de Castro mandou pedir por carta de 23 de Novembro de 1546, à Câmara de Goa e aos casados, 20 000 pardaus, dando como garantia, já que não tinha outros bens, a sua própria barba.

As obras de reconstrução foram dirigidas por Francisco Pires, tendo sido construída uma nova cava, e dando uma forma esquinada aos baluartes, adaptando-os à evolução da artilharia.

Até aos finais do século XVI, os portugueses numa afirmação de soberania do território, para além da reconstrução e reformulação da fortaleza, intervêm ainda no Baluarte do mar e na muralha da cidade, e edificam o o Paço do Governador, o Hospital dos Pobres, e ainda diversos edifícios religiosos como a igreja matriz, o convento franciscano e o colégio dos jesuítas.

Já sob o domínio espanhol (1580-1640), a pedido dos soberanos espanhóis, são realizados levantamentos das fortalezas do reino e deles constam alguns desenhos da fortaleza de Diu reconstruída.

(As circunstâncias em que estas imagens são desenhadas, tornam por vezes de difícil identificação os seus pormenores. É possível que existam neste texto e legendas imprecisões e mesmo erros.)

Em 1610, Manuel Godinho de Erédia (1563 - 1623), apresenta uma vista da fortaleza de Diu no seu álbum Plantas de praças das conquistas de Portugal : feytas por ordem de Ruy Lourenço de Tavora Vizo rey da India.

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Manuel Godinho de Erédia (1563-1623). Plantas de praças das conquistas de Portugal : feytas por ordem de Ruy Lourenço de Tavora Vizo rey da India / por Manoel Godinho de Eredia Cosmographo. - 1610. BN Rio de Janeiro

A imagem de Erédia representa apenas a fortaleza, com um novo pano de muralhas a sul com um baluarte triangular, o Baluarte de S. Filipe, junto ao Baluarte redondo de Santiago, assinalado na imagem. No muro primitivo o Baluarte do Cavaleiro (primeiro de S. Tomé).

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A norte o baluarte de S. Jorge (1542), a porta e o cais.

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Na extremidade poente da ilha, a Couraça Grande ou da Barra.

Walter Rossa e Nuno Grancho, na obra citada escrevem “(…) Não sabemos com precisão a data da execução da Couraça Grande ou Baluarte da Barra - a generosa pla­taforma sobre a ponta da ilha - mas na sua Década XIII António Bocarro relata que foi da traça de António Pinto da Fonseca, pró vedor-geral das fortificações da índia, que por ali andou em meados da década de 1610, dando início ao processo de planificação da esplanada (…).”

No interior da fortaleza a grande Cisterna e o Csdntal del Rey.

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A poente onde não aparece ainda a nova muralha, assinalada a Torre de menagem, (Baluarte de Menagem, o inicial baluarte de S. Tiago)

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A casa do Capitão marcada como Fortaleza e no exterior o Iogo da bola

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Na barra o Baluarte do Mar, ainda com a sua forma oval, e representado com muros baixos.

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No exterior da fortaleza o Hospital dos pobres (Hosp. pobres.)

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João Teixeira Albernaz no livro de Plantas das Cidades e fortalezas da conquista da India oriental, apresenta uma outra imagem intitulada Fortaleza de Dio, em que para além da fortaleza representa toda a ilha de Diu.

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João Teixeira Albernaz I Plantas das Cidades e fortalezas da conquista da India oriental Portugal

A representação da fortaleza não difere muito da de Erédia, sendo contudo mais pormenorizada nas construções.

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A sul, assinalado o Baluarte de S. Tiago, e o Baluarte de de S. Filipe. No muro que corre para norte o Baluarte Chato, onde como o de S. Tiago, estão representadas peças de artilharia.

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A norte a Couraça Grande, o Baluarte de S. Jorge com a porta e o cais. Junto do baluarte a igreja Matriz.

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O Baluarte de Menagem (S. Tiago) junto do qual se encontra a igreja da Misericórdia. Assinalado o Jogo da bola.

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A igreja de Nossa Senhora da Esperança, a igreja de S. Pedro e assinalado um Tanque

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A muralha urbana, com baluartes e fosso e as três portas:dos Abaixis, de Fora e a Porta do Campo,

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A cidade está representada esquematicamente pelos quarteirões.

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Os mastros e o Hospital

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As portas da muralha urbana: dos Abaixis, de Fora e a Porta do Campo.

O Baluarte do mar

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António Bocarro (1594? - 1642), que após João de Barros e Diogo Couto continuou as Décadas da Índia, (com a Década XIII) em 1635, no reinado de Filipe IV, publica o seu “O Livro das Plantas de Todas as Fortalezas, Cidades e Povoações do Estado da Índia Oriental”, onde expõe uma Discripção da Fortaleza de Dio” acompanhada por um desenho atribuído a Pedro Barreto de Resende.

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O livro das plantas de todas as fortalezas, cidades e povoações do estado da Índia Oriental: estudo histórico, codicológico, paleográfico, índices e transcrição de Isabel Cid. - Lisboa: Imp. Nac. - Casa de Moeda, imp. 1992.

O desenho de Pedro Barreto de Resende, apresenta a ilha de Diu, dividida em três partes pelos fossos que acompanham as muralhas. Na ponta oriental a fortaleza, na área central a povoação, e a ocidente a área não edificada.

A Fortaleza

António Bocarro descreve a fortaleza como tendo uma forma “… quazy redonda, como da planta se vê, com hum muro de vinte pés de alto e de doze de larguo, feito com seus parapeitos de seis palmos, tudo de pedra e cal, com hüa cava que atravessa o muro que fica da banda da terra, de dez braças em partes de larguo onde mais estreita e onde mais larga de doze e de quinze braças, e de fundo de duas (todas braças de dez palmos cada hüa).”

A fortaleza tem de perímetro “… em circuito toda em roda, entrando a couraça, trezentas e sinco braças de dês palmos cada hüa.”

Está já construída a sul e a ocidente uma nova muralha, com “…três baluartes que estão lançados fora dos muros, em forma triangular, e cada baluarte tem de vão dez braças onde mais largos, e pera os ângulos vão estreitando.”

Está representado o Baluarte do mar “…que esta na barra desta fortaleza de Dio, como da planta se vê, he em figura oval. Tem de comprimento secenta e sete braças, de dês palmos cada hüa, e de largura, por onde mais, vinte, vindo estreitando na ponta ate ficarem dês. O mesmo he da mesma altura e largura que o da fortaleza. Tem este baluarte três peças de artelharia, duas de metal e hüa de ferro, porem todas de pequeno colibre, sendo que pode alojar e lhe são necessárias mais pessas. Pera as ditas três tem as munições bastantes, e lhe asiste hum capitão, com seis soldados e hum bombardeiro.”

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Do lado oriental o Baluarte de S. Filipe, mais para ocidente o Baluarte de São Nicolau, ambos com peças de artilharia.

No muro interior o Baluarte de Santiago, o Baluarte do Cavaleiro, e o Baluarte ou Torre de Menagem. Junto deste a igreja da Misericórdia.

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Junto à ribeira o Baluarte de São Domingos ou da Madre de Deus.

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No lado norte

A Couraça

O outro lanço de muro que corre ao longo do rio, defronte do baluarte da barra, tem de comprimento cem braças ate a rais, onde comessa a couraça, a qual, medindo da ponta do baluarte de sua rais ate a ponta que lança ao mar, tem esta couraça de comprimento setenta braças, e de largura...

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O Baluarte de S. Jorge e a Porta protegida por um torreão. Por trás da porta a Casa do Capitão.

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Dentro da fortaleza

“Mostrãoce dentro dos muros desta fortaleza grandes ruínas de muitas cazas que nella avia, muy nobres e fermozas, de dous ou três sobrados, onde antiguamente moravão muitos cazados portuguezes com suas famílias, os quaes, pella ma vezinhança que lhe fazião os capitães da fortaleza com seus criados e parentes, largarão as ditas cazas e se paçarão a viver fora, deixando-as cair e chegar aquele estado.

Estão ainda dentro dos muros hüa Igreja da See, outra da Mizericordia, o Hospital de Sua Magestade, hüa fermoza ermida de Sanctiago e a cadea publica e hüa cisterna de aguoa que leva vinte e quatro mil pipas, muy boa e bem concertada, e são tantas as mais cisternas particulares que ficarão das ditas cazas, que estas só bastavão, se se tiver cuidado dellas.

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O baluarte de S. Domingos ou da Madre de Deus.

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Na cidade

Tem esta cidade de Dio hum muro que a serca pella banda de terra (como da planta se vê), o qual he da mesma altura e largura que o da fortaleza, o qual he de quinhentas braças de comprido da banda de terra, que he a do norte, o qual tem hüa cava pella dita banda, de pouca largura e menos fundo, e não está de todo acabada com o comprimento do muro desta banda, onde ha dezoito baluartes ou redutos capazes pera se poder brigar delles com artelharia e mosquetaria, de que não tem nenhüa couza, fazendo conta de se lhe pôr quando ouver occazião de guerra

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No topo sul o Baluarte dos Excomungados

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Os cazados portuguezes, que vivem oje nesta cidade fora da fortaleza, são sin­coenta e nove, avendo já sido muito mais. São pobres pellas ditas cauzas mas ainda assy tem, huns por outros, outros sincoenta e nove escravos que possão tomar armas, as quaes tem alguns, de cabides de lanças e espingardas, muy bastantes pera brigarem.

Afora estes cazados portuguezes e seus escravos, tem a cidade de Dio cem caza­dos pretos christãos que, ainda que os mais delles são officiais de officios mecânicos, contudo são todos homens de armas, e as tem de algüa sorte pêra poderem brigar com ellas.

Tem alem disto a cidade de Dio, dos muros da povoação pera dentro, hüa grande povoação de gentios, a maior parte casta guzarates, e alguns judeus brancos, e mouros, (…)

(…)em cazas de pedra e cal cubertas de terrados, porem feitas ao modo de mouros, escuras e com portas e janelas muy pequenas e as ruas muy estreitas, que serão oje três mil fogos, avendo já sido dez mil.

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Tem esta fortaleza de Dio alfandiga que rendeo já cem mil pardaos de mamudes ou larins, que he o mesmo.

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A Igreja de Nossa Senhora da Esperança

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E a Igreja de Sam Dominguos e a de Sam Paullo, que ainda que ouve dizerem muitos que as virão erão grandes padrastos a fortaleza, con­tudo considerados muy bem pellos ditos três ministros acharão que não convinha derruba-las, avendo derrubado cento trinta e cinco cazas muy nobres e grandes, que estavão edeficadas ao longuo da fortaleza, donde lhe podião fazer danno em algum accidente de guerra.

São Domingos

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O Colégio jesuíta de S. Paulo.

Paulo Varela Gomes, na rubrica Arquitectura Religiosa da obra citada indica “ Deste modo podemos assumir que a igreja e o colé­gio dos jesuítas em Diu foram construídos entre 1601 e 1606, data indicada pelo padre Catão sem nota de fonte; que o arquitecto da igreja foi o padre Gaspar Soa­res (fundador - e traçador? - em 1606 do colégio da Companhia em Rachol, Goa, como sabemos pela cró­nica de Francisco de Sousa).l422i_thumb

A Mesquita ? e o Baluarte de S. Pedro

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A Vista de Diu do século XVII do Arquivo Nacional Holandês em Haia.

Provavelmente da primeira metade do século XVII a estampa holandesa, destinar-se-ia a um eventual ataque à fortaleza de Diu. Estas imagens eram elaboradas a partir de descrições orais e escritas, de imagens conseguidas de autores portugueses ou elaboradas a partir de navios ao largo das fortalezas e cidades. Tinham por isso um sentido prático e militar, simplificando a visão de conjunto e fixando apenas pontos estratégicos e de referência visual.

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Autor desconhecido Gezigt op de Stad en omstreken van Diu. (vista sobre a cidade e arredores de Diu) século XVII, Nationaal Archief, Den Haag

Estão representadas a fortaleza, a cidade entre a fortaleza e a muralha, e o resto do território da ilha sem chegar ao seu limite ocidental.

Entre a fortaleza e a cidade o espaço não edificado, por razões militares. A cidade é representada esquematicamente pelo traçado das ruas, e apenas na costa sul e norte tem representações de edifícios.

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A Fortaleza

A fortaleza é desenhada com uma forma regular que não corresponde à sua verdadeira forma. l423b_thumb2

A nascente está desenhado o duplo muro, mas no muro exterior os baluartes são arredondados. l423c_thumb

No interior da fortaleza um percurso longitudinal que une o Baluarte da porta da primeira fortificação à Couraça Grande na ponta oriental da ilha. Deste percurso partem outros dois, um ligando a porta com a capela de S. Tiago; e o outro com a igreja Matriz. Um outro caminho percorre o perímetro interior da fortaleza.

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Marcada com a letra O, uma construção que se refere possivelmente às cisternas.

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Com as letras A, B, e C a Couraça Grande

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Com a letra F o baluarte de D. Jorge e com a letra N, adossada ao muro a igreja da Misericórdia.

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Em frente ao Baluarte de S. Jorge, o Baluarte do Mar, letra T com uma configuração já semelhante à que hoje apresenta.

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A cidade

A poente da fortaleza uma zona sem edificações, e a cidade desenhada por uma estrutura viária mais ou menos regular e limitada pela muralha com oito baluartes.

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A sul uma faixa onde estão representadas diversas construções e o Baluarte dos Excomungados. (letra P)

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O Colégio de S. Paulo com a letra W

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No limite norte com a letra S a Alfândega, o Arsenal e o cais.

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O exterior da muralha

A muralha da cidade, é também representada esquematicamente e sem a cava ou fosso, na área exterior algumas construções dispersas, casas, capelas, tanques, etc.

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É apontada uma passagem entre a Terra firme e a ilha de Diu com a letra a, o que consolida a ideia de se tratar de uma carta militar.

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Em Gogolá a indicação com a letra Z de uma muralha, correspondente à antiga paliçada existente.

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Finalmente, porque aparece muitas vezes como a imagem de Diu nos séculos XVI e XVII a estampa do álbum Civitates Orbis Terrarum I publicado pela primeira vez em 1572, de Braun and Hogenberg, inserida numa página em que está também representada Goa.

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A imagem certamente realizada a partir de descrição, provavelmente a de Fernão Lopes de Castanheda (1) quase nada tem a ver com a realidade. A cidade, totalmente rodeada de muralhas, é apresentada como ocupando a quase totalidade da ilha.

(1) Fernão Lopes de Castanheda “Persea lhe chama Diu, & os índios Debixa : está situada em hüaa das põtas da enseada de Cambaya da banda do norte que ho mar cortou, & fez hüa pequena ilha quasi pegada cõ a terra firme : & tanto que dela pera a cidade se servem por hüa ponte de pedra : a cidade esta ë vinte & três grãos seria do tamanho de Evora cercada de bõs muros fundados da banda do ponëte sobre hüa grande & alta rocha em que bate ho mar, &da banda da terra tinha hü baluarte füdado nagoa, de que atravessava hüa cadea de ferro muyto grossa aos muros da cidade, que se levantava & abaixava com cabrestãtes, & coela se çarrava ho porto de maneyra que as nãos questavã dëtro ficavão muyto seguras, & não podião entrar nele estrangeyros sem lhe abayxarem a cadea. São todas as casas desta cidade de pedra & cal, & de sobrados, tem muyto bõ porto & limpo, salvo que të na entrada hü banco : he povoada de muytos mercadores, mouros & gentios. E por isso he de grande trato, & mayor que todas as cidades da costa de Cambaya, que era causa de rëder muyto a el rey de Cambaya.

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Na ponta oriental não se destaca a fortaleza, e apenas estão representadas uma construção de defesa e uma enorme torre.

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Aquilo que atraiu o desenhador, na descrição a partir da qual elaborou a imagem, e que identifica Diu, é a pesada corrente que encerrava a entrada da barra. No entanto o Baluarte do Mar é representado como um torreão de planta quadrada.

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A porta é apenas uma abertura na muralha de onde parte um cais rematado por um torreão.

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Na zona ribeirinha dois estaleiros navais.

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Na parte ocidental da ilha e exterior à muralha apenas um pequeno território.

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Numa colina uma construção não identificada. O desenho das casas é esquemático e repetitivo, nada tendo de realista.

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6. Não cabe neste texto o destino de Diu a partir do início do século XVII, sendo apenas de referir que embora Diu estivesse na posse de Portugal até 1961, para além da fortaleza, muito pouco resta dessa presença portuguesa e das edificações do século XVI.

Apenas para comparação o pormenor da fortaleza, orientada para sul, na “Planta do Castº, Praça e Cidade de Dio, levantada e desenhada pelo Capitão de Infantaria José Aniceto da Silva, em 1833". Lat. 20º 43’ 47’’ GEAEM.

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2 comentários:

  1. Respostas
    1. Caro Alvaro Aragão Athayde:
      Não sei o que levou! Sei que eu gostaria de encontrar tempo para prosseguir estes apontamentos relacionando Camões com as terras portuguesas.Se alguém quizer prosseguir esteja à vontade já que este blogue é para isso que serve. Para abrir pistas.

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