“Atravessa esta paysagem o meu sonho d’um porto infinito
E a côr das flôres é transparente de as velas de grandes navios
Que largam do caes arrastando nas aguas por sombra
Os vultos ao sol d’aquellas árvores antigas...”
Fernando Pessoa [1]
J. M. W. Turner (1775-1851), 0ff the Nore, 1840/45 30,5 x 45,7 cm. Tecnica mista óleo s/papel em tela. Yale Center of British Art
asas riscando negros traços esmaecem
e velas acenando ao vento se enaltecem
[1]
Fernando Pessoa Chuva oblíqua. In Fernando Pessoa Obra Poética, Companhia
Aguilar Editôra, Rio de Janeiro 1965. (pág.
113).

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